Resenhados no cinema: Malévola e ACEDE

Olá! Como vão usteds? Hoje eu vim fazer um super combo de resenhas dos filmes que eu vi no cinema esses dias: ACEDE (A Culpa é das Estrelas) e Malévola.

Primeiro vamos com a incompreendida vilã da Bela Adormecida!

Primeiro de tudo: Angelina Jolie estava incrível como Malévola! Em nenhum momento senti raiva da Malévola, por causa dos motivos por trás da maldição da Aurora, mas também porque, com aquela atuação da Angelina, não tinha como não adorar a “vilã”!

Outra coisa ótima foi a Elle Fanning! Foi a primeira vez que a vi atuar e ela foi totalmente adorável como Aurora, passou exatamente a imagem da Bela Adormecida, só que mais forte e independente.

Outra coisa que devo comentar são as três fadas que cuidam da Aurora: ô pessoinhas destrambelhadas! Sério, se não fosse pela Malévola, provavelmente a Aurora já estaria morta antes de completar os dezesseis.

Agora, sobre o final: eu achei ele incrível mas, não que seja um problema, ele foi de um jeito muito disney de ser sabe? Eu não achei ruim, mas era óbvio que aquele filme tinha sido feito pela disney, com tudo aquilo adocicado e tudo terminando bem no final e tudo mais. Mas isso é só minha observação.

Classificação: 4,5 maquininhas (se isso é possível)

Agora vamos com ACEDE:

Agora as fangirls se afogam em lágrimas, okay?

Primeiro devo dizer: nunca li a culpa é das estrelas. Já sabia do final por uma amiga e também toda a história só pelo facebook, então não deu vontade pra ler, até porque eu tenho problemas em ler livros de modinha.

Agora uma coisa que devo registrar: vi o filme com três amigos e eu fui a ÚNICA que chorou. Fiquei meio indignada, até porque minha amiga ao meu lado tinha lido o livro e adorado, só que ela falou que já tinha chorada nas duas vezes quando tinha relido e disse que não ia chorar no filme.

Vai entender…

Bom, mas voltando: o fime é uma graça. Ele não mascara o câncer, mas te deixa cheia de esperança mesmo assim. Meio confuso mas foi o que eu senti vendo esse filme

A história de Hazel e Gus é cheia de altos e baixos, tristeza, alegria, esperança e desespero, tudo ao mesmo tempo, só que uma coisa não vai mudar: é linda.

Agora que vi o filme vai ser ainda mais difícil eu ler o livro, mas sei que com certeza ele é ótimo, porque o filme é ótimo.

Última coisa: aquele Peter Van Houten é o maior coisado de todo universo. Sim, eu sou culta e não vou falar palavrão, então aproveitem o mundo de possibilidades que essa palavra pode significar. Mas, no final, quando ele entregou aquele papel para a Hazel, não achei ele tão coisado mais.

Classificação: 5 maquininhas

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